Oi good people!
Ontem toquei de novo! Semana agitada pra um imigrante recém-chegado...rsrsrs No primeiro dia, no Grossman's Tavern foi apenas uma canja de 2 músicas, mas ontem teve mais cara de show. O pessoal do Euphonicsound Studios (http://www.euphonicsound.com/openstage) faz esse Open Stage pra novos compositores. Eles tem uma proposta muito bacana de desenvolvimento da marca dos artistas novos(branding) acoplado à gravação propriamente dita. Conheci o Darrin que trabalha lá anteontem no Grossman's e ele me convidou pra open stage no Cadillac Lounge ontem. O bar é um dos mais bacanas que eu já fui até hoje (http://www.cadillaclounge.com/) , fica numa área ótima da cidade, bem perto de onde eu moro, dá uns 5 minutos de ônibus. É um bar temático dos anos 50, muitas fotos do Elvis, guitarras nas paredes e um velho cadillac que eles desmontaram todinho e colocaram como decoração. A lateral do carrão tá na fachada da entrada, a frente do carro fica no palco, as calotas pelas paredes e a traseira fica no balcão de um dos bares. Muito bem sacado!
Ontem, além de mim, tinha mais dois outros cantores/compositores; cada um tocou 5 músicas de autoria própria, somente voz & violão. Por sorte o violão que encomendei pra substituir o que eu deixei aí no Brasil, chegou na loja 3 horas antes do show começar, senão iria ficar estranho fazer com guitarra, sem banda, e numa apresentação acústica! Os outros dois compositores, o primeiro cantava bem mal e a música dava sono, mas o que veio depois de mim, um asiático, arrebentou, tinha uma voz excelente e boas músicas, numa linha mais pop. O único mais blueseiro lá era eu:-) Toquei Central Station, Angry Eyes, Bluesman On the Road, Downtown Streets e Drinkin' Alone. É difícil cantar em Inglês pra quem é nativo no Inglês, porque tenho que cuidar muito mais com a pronúncia e não dá pra enrolar muito se eu esquecer a letra! No Brasil, dá pra dar uma enroladinha que quase ninguém percebe!rsrsrs Aqui o negócio e sério... Mas saiu tudo bem. O Darrin do estúdio me disse que adorou meu CD, o que me deixou muito feliz, e quem sabe abre alguma porta no futuro...Ele me ofereceu duas horas de gravação grátis no estúdio como amostra, acho que vou passar lá e gravar umas bossa-novas no violão que acabou de chegar:-) Quanto à platéia...bom, meio blasé. Quando a gente mostra material inédito é sempre assim, em todo lugar, é muito mais difícil atrair a atenção da platéia. O bar estava com meia casa cheia, mas metade disso estava em outro ambiente, sem muito acesso visual ao palco, e o pessoal que estava assistindo, mais menos a metade estava ali por causa do open-stage, acredito que os que estavam eram principalmente convidados amigos dos outros dois compositores, mas valeu muito a pena assim mesmo. Pretendo participar de várias dessas ainda...
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Meus primeiros shows em Toronto!!!
O assunto agora é MÚSICA!
Subi num palco aqui em Toronto pela primeira vez ontem!!! Isso mesmo! Levou menos de um mês pra eu começar a tocar, foi minha primeira apresentação internacional, quero dizer, internacional pra vocês no Brasil, agora aqui no Canadá, é nacional pra mim...rsrsrs Tudo bem, não foi um "show" meu, foi, foi uma canja de duas músicas, mas levando-se em contta que eu não conhecia absolutamente NINGUÉM aqui até ontem a noite, foi muito bom sim! Toronto é cheia de botequinhos legais com música ao vivo, um dos programas mais legais quando está muito frio pra ficar do lado de fora. Um desses lugares é o Grossman's Tavern (http://www.grossmanstavern.com/) onde eu já tinha ido durante o dia. Estive lá mais duas vezes a noite, no primeiro dia era uma banda com uns guris de 19 anos tocando reggae, não fiquei muito tempo; no segundo dia que fui lá tinha um guitarrista de blues fazendo covers do Stevie Ray Vaughan, mas nada que meu amigo Alexandre Arroyo não faça melhor em Floripa. Ontem foi Ernest Lee & Cotton Traffic. O mais novinho ali tem uns 50 anos, eles tocam ali desde os anos 70. Logo que cheguei no bar, um cara muito simpático chamado Darrin me deu um folheto de uma open stage (hoje) só pra novos compositores. Eu falei que era um e ele ficou super animado e falou pra eu aparecer num lugar chamado Cadillac, na Queen Street West hoje e levar a guitarra. Ele trabalha num estúdio de gravação e é um bom contato no meio pra mim. Vou lá tocar umas composições minhas e ver no que dá! Daí passei verniz na minha cara-de-pau e me apresentei pro tal Ernest Lee (bom guitarrista/cantor, meio marrento), ele falou que de repente, me chamava ontem ainda. Fiquei esperando e ouvindo uns carinhas meio-mais-ou-menos tocando - nada que eu não pudesse fazer melhor! - e enquanto eu esperava, achei um outro guri chamado Jan Adap, baterista das FILIPINAS (!!!) que puxou papo comigo dizendo queria tocar também, e quando comentei que minha mãe morara em Manila, capital das Filipinas e cidade dele nos anos 60, ele ficou super animado e acho que uma boa amizade começou ali:-) Ficamos conversando até eu ser chamado pelo Ernest, vi que o Jan conhece muita música boa (é jazzista, gosta de samba e bossa!) e tem só 22 anos. Quando fui chamado, avisei pro Ernest que "meu baterista" tinha acabado de chegar e que eu precisava dele (mentira! Foi só pra dar uma força e botar o guri no palco;-) e subimos juntos. Peguei uma guitarra ridícula do Ernest emprestada (prateada-purpurinada!) e como o Ernest parecia MUITO desconfiado de que aqueles moleques do Brasil e das Filipinas sabiam tocar blues, resolvi "tranquilizar" a preocupação dele desde a primeira nota, com uma performance que considero uma das mihas melhores nos últimos meses. Toquei e cantei Five Long Years, um clássico blues lento, e Pride & Joy, do Stevie Ray Vaughan, bem animado pra terminar em alto-astral. Digamos que busquei energias no fundo do meu útero (rsrsrs) e soltei os bichos lá no palco. E o melhor: o Jan é um ótimo baterista!!! Parecia que a gente já tinha tocado antes, acertou bem todas as entradas e finais no improviso, não me deixou na mão em momento nenhum! Quando descemos do palco, vi a expressão de constrangimento do Ernest, o anfitrião, por não ter acreditado muito na gente, ele elogiou bastante o que fizemos ali, e falou que semana que vem eu tenho que ir lá com a minha guitarra pra tocar mais um pouco. Muito legal! Hoje então vou ao Cadillac pro encontro de novos compositores, uma coisa que eu praticamente não vejo acontecer no Brasil, e uma das razões que me fez querer vir pra cá.
As coisas estão começando a acontecer *rápido*, estou surpreso e feliz, os ventos estão soprando a favor, espero que continue assim:-)
Subi num palco aqui em Toronto pela primeira vez ontem!!! Isso mesmo! Levou menos de um mês pra eu começar a tocar, foi minha primeira apresentação internacional, quero dizer, internacional pra vocês no Brasil, agora aqui no Canadá, é nacional pra mim...rsrsrs Tudo bem, não foi um "show" meu, foi, foi uma canja de duas músicas, mas levando-se em contta que eu não conhecia absolutamente NINGUÉM aqui até ontem a noite, foi muito bom sim! Toronto é cheia de botequinhos legais com música ao vivo, um dos programas mais legais quando está muito frio pra ficar do lado de fora. Um desses lugares é o Grossman's Tavern (http://www.grossmanstavern.com/) onde eu já tinha ido durante o dia. Estive lá mais duas vezes a noite, no primeiro dia era uma banda com uns guris de 19 anos tocando reggae, não fiquei muito tempo; no segundo dia que fui lá tinha um guitarrista de blues fazendo covers do Stevie Ray Vaughan, mas nada que meu amigo Alexandre Arroyo não faça melhor em Floripa. Ontem foi Ernest Lee & Cotton Traffic. O mais novinho ali tem uns 50 anos, eles tocam ali desde os anos 70. Logo que cheguei no bar, um cara muito simpático chamado Darrin me deu um folheto de uma open stage (hoje) só pra novos compositores. Eu falei que era um e ele ficou super animado e falou pra eu aparecer num lugar chamado Cadillac, na Queen Street West hoje e levar a guitarra. Ele trabalha num estúdio de gravação e é um bom contato no meio pra mim. Vou lá tocar umas composições minhas e ver no que dá! Daí passei verniz na minha cara-de-pau e me apresentei pro tal Ernest Lee (bom guitarrista/cantor, meio marrento), ele falou que de repente, me chamava ontem ainda. Fiquei esperando e ouvindo uns carinhas meio-mais-ou-menos tocando - nada que eu não pudesse fazer melhor! - e enquanto eu esperava, achei um outro guri chamado Jan Adap, baterista das FILIPINAS (!!!) que puxou papo comigo dizendo queria tocar também, e quando comentei que minha mãe morara em Manila, capital das Filipinas e cidade dele nos anos 60, ele ficou super animado e acho que uma boa amizade começou ali:-) Ficamos conversando até eu ser chamado pelo Ernest, vi que o Jan conhece muita música boa (é jazzista, gosta de samba e bossa!) e tem só 22 anos. Quando fui chamado, avisei pro Ernest que "meu baterista" tinha acabado de chegar e que eu precisava dele (mentira! Foi só pra dar uma força e botar o guri no palco;-) e subimos juntos. Peguei uma guitarra ridícula do Ernest emprestada (prateada-purpurinada!) e como o Ernest parecia MUITO desconfiado de que aqueles moleques do Brasil e das Filipinas sabiam tocar blues, resolvi "tranquilizar" a preocupação dele desde a primeira nota, com uma performance que considero uma das mihas melhores nos últimos meses. Toquei e cantei Five Long Years, um clássico blues lento, e Pride & Joy, do Stevie Ray Vaughan, bem animado pra terminar em alto-astral. Digamos que busquei energias no fundo do meu útero (rsrsrs) e soltei os bichos lá no palco. E o melhor: o Jan é um ótimo baterista!!! Parecia que a gente já tinha tocado antes, acertou bem todas as entradas e finais no improviso, não me deixou na mão em momento nenhum! Quando descemos do palco, vi a expressão de constrangimento do Ernest, o anfitrião, por não ter acreditado muito na gente, ele elogiou bastante o que fizemos ali, e falou que semana que vem eu tenho que ir lá com a minha guitarra pra tocar mais um pouco. Muito legal! Hoje então vou ao Cadillac pro encontro de novos compositores, uma coisa que eu praticamente não vejo acontecer no Brasil, e uma das razões que me fez querer vir pra cá.
As coisas estão começando a acontecer *rápido*, estou surpreso e feliz, os ventos estão soprando a favor, espero que continue assim:-)
Novidades! Primeiros trabalhos
Pessoas queridas, fiquei longe por uma semana porque MUITAS novidades boas aconteceram por aqui. Vou escrever posts diferentes pros assuntos diferentes. Este é sobre trabalho.
Mandei currículo pra vaga de Primeiro Ministro do Canadá, mas esta cadeira já estava ocupada, então, já que não deu pra pegar o emprego que mamãe queria, aceitei começar com algo mais simples. O negócio é o seguinte: A casa da Catherine, onde estou hospedado tem 101 anos de idade! Se não tiver reformas constantes, a casa cai:-) O John, irmão da Catherine trabalha com construção e reforma e precisava de um assistente extra pra ajudar a instalar dry-walls (paredes com proteção termo-acústica dentro) em alguns quartos, e eu topei, já que o dinheirinho é bom e ajuda a gente a guardar nossas reservas. Segunda foi meu primeiro dia. Alguém já viu aquele programa na tv a cabo, o Extreme Makeover??? O Lar-Doce-Lar do Luciano Huck também serve de exemplo. No primeiro dia foi assim, colocar o quarto abaixo! Tirar as paredes e rodapés antigos, foi bom pra dar umas marretadas, descarregar a energia e fazer algum exercício...(nossa, como eu tô fora de forma!) Meus colegas de trabalho aqui são o John (irmão da Catherine), o Ted e o John (Ianoch, na verdade), estes dois últimos são húngaros. Depois, no segundo e terceiro dias, tivemos que fazer uns lances de carpintaria, colocar as estruturas novas de madeira de pé, cortar uns isopores pra preenche-las, colocar lã-de-vidro, vedar cada cantinho com selador, lixar e arrancar pregos da madeira antiga dos rodapés e batentes que serão aproveitadas, ajudar a reinstalar a rede elétrica do quarto, cabos de tv, sensores de incêndio, enfim, tô aprendendo um monte de coisas novas. Termino o dia exausto, mas com um bom trocado no bolso! Hoje tirei o dia de folga, mas amanhã e durante o fim de semana voltamos. Semana que vem começo o curso de Inglês do governo por 11 semanas, daí trabalharei só 2 horas por dia depois do curso. Estou acabando de traduzir meu método de guitarra para o Inglês, daí irei a todas as escolas de música e lojas de instrumento atrás de alunos. Mas aí já estou falando sobre música e este é assunto pra outro post!
Bom, este não é o trabalho dos sonhos, mas todo imigrante, durante o longo processo de imigração, é alertado que provavelmente terá de começar num trabalho mais simples pra logo depois crescer. Isto é parte do processo, e apenas o primeiro tijolinho que estou colocando na nossa vida nova aqui. Estou fazendo feliz da vida! Afinal de contas, eu nem comecei a procurar emprego pra valer, e já arrumei trabalho, nos primeiro 10 dias aqui (os 17 antes não contam, pois enquanto a Carol estava aqui estávamos curtindo nossa lua-de-mel atrasada que não tivemos há 4 anos atrás, e minha fofinha requer MUITA atenção:-) Então essa é uma opção viável (Survival Job, como eles dizem) só até colocar a vida em ordem, tá valendo a pena sim!
Em breve, updates sobre MÚSICA!!!
Mandei currículo pra vaga de Primeiro Ministro do Canadá, mas esta cadeira já estava ocupada, então, já que não deu pra pegar o emprego que mamãe queria, aceitei começar com algo mais simples. O negócio é o seguinte: A casa da Catherine, onde estou hospedado tem 101 anos de idade! Se não tiver reformas constantes, a casa cai:-) O John, irmão da Catherine trabalha com construção e reforma e precisava de um assistente extra pra ajudar a instalar dry-walls (paredes com proteção termo-acústica dentro) em alguns quartos, e eu topei, já que o dinheirinho é bom e ajuda a gente a guardar nossas reservas. Segunda foi meu primeiro dia. Alguém já viu aquele programa na tv a cabo, o Extreme Makeover??? O Lar-Doce-Lar do Luciano Huck também serve de exemplo. No primeiro dia foi assim, colocar o quarto abaixo! Tirar as paredes e rodapés antigos, foi bom pra dar umas marretadas, descarregar a energia e fazer algum exercício...(nossa, como eu tô fora de forma!) Meus colegas de trabalho aqui são o John (irmão da Catherine), o Ted e o John (Ianoch, na verdade), estes dois últimos são húngaros. Depois, no segundo e terceiro dias, tivemos que fazer uns lances de carpintaria, colocar as estruturas novas de madeira de pé, cortar uns isopores pra preenche-las, colocar lã-de-vidro, vedar cada cantinho com selador, lixar e arrancar pregos da madeira antiga dos rodapés e batentes que serão aproveitadas, ajudar a reinstalar a rede elétrica do quarto, cabos de tv, sensores de incêndio, enfim, tô aprendendo um monte de coisas novas. Termino o dia exausto, mas com um bom trocado no bolso! Hoje tirei o dia de folga, mas amanhã e durante o fim de semana voltamos. Semana que vem começo o curso de Inglês do governo por 11 semanas, daí trabalharei só 2 horas por dia depois do curso. Estou acabando de traduzir meu método de guitarra para o Inglês, daí irei a todas as escolas de música e lojas de instrumento atrás de alunos. Mas aí já estou falando sobre música e este é assunto pra outro post!
Bom, este não é o trabalho dos sonhos, mas todo imigrante, durante o longo processo de imigração, é alertado que provavelmente terá de começar num trabalho mais simples pra logo depois crescer. Isto é parte do processo, e apenas o primeiro tijolinho que estou colocando na nossa vida nova aqui. Estou fazendo feliz da vida! Afinal de contas, eu nem comecei a procurar emprego pra valer, e já arrumei trabalho, nos primeiro 10 dias aqui (os 17 antes não contam, pois enquanto a Carol estava aqui estávamos curtindo nossa lua-de-mel atrasada que não tivemos há 4 anos atrás, e minha fofinha requer MUITA atenção:-) Então essa é uma opção viável (Survival Job, como eles dizem) só até colocar a vida em ordem, tá valendo a pena sim!
Em breve, updates sobre MÚSICA!!!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Idiomas no Canadá
Bom, um monte de gente tá me perguntando se em Toronto só se fala Inglês ou se o país é realmente bilingue. Estou na parte britânica e aqui se fala só o Inglês. Em Quebec/Montreal, ali se fala só Francês. Apesar de estar na parte inglesa, achei que quando chegasse aqui, a segunda língua que eu ouviria mais seria o Francês. ERRADO!!! É PORTUGUÊS!!! Sério! Ouvi Português por todo canto, metade dos funcionários que eu vi ontem no turno da noite no Pearson International Airport falavam portugês; no Wal-Mart já fui atendido em Português; na loja da Guess e da Gap, idem; no banco Canadian Trust, também! É impressionante. A maior colônia de imigrantes daqui é a italiana, mas como eles já estão há mais tempo, muitos falam Inglês nas ruas, mas a colônia lusitana é a segunda maior, e a brasileira cresce rápido. Querem um exemplo? Se alguém precisar comprar alguma coisa na Loja do Espírito Santo ou na Mariazinha, Magia da Cozinha, me avise que são aqui perto de casa, posso comprar pra vocês:-)
Snowstorm
Na última quarta estava prevista uma nevasca pesada aqui, a maior da temporada. O que fizemos então? Saí pra passear na nevasca!rsrsrs Na verdade, ela foi bem menos intensa, a metade do que se esperava. Canadenses de outras regiões tiraram um sarro danado dos torontonians, sugerindo que comprássemos botas maiores, e que aquilo parecia férias de verão pra eles. Aqui "fresco" não tem vez! O negócio é gelado, e se vc tem medo de frio, não passe nem perto do Canadá no inverno. Eu não me importo, tô curtindo um monte! Aí vão algumas fotos na nevasca:
Mais fotos de Niagara Falls
Roda gigante de Niagara Falls
Vista do lado norte-americano das cataratas, ali já é o outro lado da fronteira entre os dois países.O primeiro Mountie (pol[icia montada canadense) que encontrei...
Franken-burger!!!
Hard Rock Cafe de Niagara
Disco de ouro autografado pelo falecido Stevie Ray Vaughan, um dos meus ídolos...
Lucille, guitarra do B.B. King autografada pelo próprio
Fender Telecaster do Keith Richards
Roupinha do James Brown
Harleys, muitas Harleys!
Fim do passeio!
Direto do Canadá, últimas notícias...
Pessoal, neste final de semana peguei meu primeiro resfriado canadense, ótima oportunidade pra botar os posts em dia:-) Aqui vão algumas (muitas!) fotos dos últimos dias...
Primeiro, mais fotos de Niagara Fall
Rock & Roll Wax Museum:
Este é o Jimi #02, bem melhor que o primeiro!
Alguns dos bonecos deste museu de cêra são simplesmente perfeitos, mas uma boa parte parece o cover do cover de borracha. Recuso-me a colocar o boneco do Eric Clapton aqui, ficou ridículo! Mas mesmo quando são "errados", os bonecos são muito divertidos!
Mais posts a seguir!
Primeiro, mais fotos de Niagara Fall
Rock & Roll Wax Museum:
Este é o Jimi #02, bem melhor que o primeiro!
Alguns dos bonecos deste museu de cêra são simplesmente perfeitos, mas uma boa parte parece o cover do cover de borracha. Recuso-me a colocar o boneco do Eric Clapton aqui, ficou ridículo! Mas mesmo quando são "errados", os bonecos são muito divertidos!
Mais posts a seguir!
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